sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Rabanada assada segunda versão e resgatando conversa de valor!!!




Vamos falar primeiro do que eu chamei de "conversa de valor". Os 40 anos chegaram em 2014 e com eles vieram tempos de mudança, tempos difíceis, tempos de perder muita gente que nunca esteve ali, mas tempo de pensar no que realmente deveria ficar ou chegar.

Não sei se vocês estão me entendendo bem, mas quem já passou por isso em qualquer idade sabe bem o que é...é aquela fase da vida que você atinge sua maturidade, mesmo achando que já tinha alcançado há muito tempo.

Você se dá conta de que ainda não tinha percorrido um longo caminho.
Eu comecei a percorrer este caminho em 2014 e estou bem longe de ver a linha de chegada ainda, mas eu não desisti ainda.

E no começo do caminho eu fui ficando sozinha, primeiro por opção dos outros (porque muita gente não seguiu comigo) e depois por opção própria, já que achei que não valia me desgastar. Mas uma parte do caminho foi percorrida e me vi de novo (e agradeço profundamente por este esclarecimento) com vontade de me relacionar com pessoas de bem, pessoas que me agregassem, pessoas que trouxessem bagagem, conversa inteligente, compaixão pelo outro, gratidão por quem já esteve no seu caminho fazendo o bem, enfim, gente de valor com conversa de valor.

Por isso decidi fazer um café na minha casa esta semana depois de muito tempo sem "receber" alguém aqui (entenda-se receber pra algo preparado e com um convite). E pretende estender estes cafés por muito tempo com mais pessoas que me conquistaram mas que não posso chamar de uma vez só porque a casa e a mesa não comportam. Vou me divertir e me doar à prestação.

O primeiro café da tarde foi hoje e pra ele resolvi fazer a rabanada assada que vi no face do Alessander Guerra e que tem tudo a ver com a época e me conquistou. A receita é simples, fácil e foi só um carinho mesmo pras minhas visitas que eu apreciei tanto. Adaptei algumas coisinhas da receita mas vc pode fazer as suas adaptações também.


Rabanada Assada

2 baguetes grandes de pão amanhecido pra rabanada (encomendei na padaria)
2 xícaras (chá) de leite (ou o suficiente para molhar as fatias de pães)
1 lata de leite condensado
3 ovos batidos
1 pitada de canela
baunilha à gosto
açúcar para polvilhar


Modo de Preparo

Corte os pães em fatias médias.
Em um refratário, misture o leite com o leite condensado e a baunilha e mergulhe as fatias de pão, até que elas estejam bem molhadinhas. (Não corte o pão muito grosso senão o meio fica seco)

Em outro refratário, bata os ovos e coloque 1 pitada de canela. Passe as fatias molhadas de leite nos ovos batidos.

Em uma assadeira, sobreponha os pães e leve ao forno pré-aquecido à 180 graus até dourar.

Ao retirar do forno, polvilhe com canela e açúcar.


terça-feira, 21 de outubro de 2014

Pão de queijo e "hoje eu posso".



Tem horas, dias ou semanas que eu fico assim, um apetite descontrolado. Sei que é tudo ansiedade, mas que seja, quem aqui nunca sentou e se acabou de comer uma barra de chocolate? No meu caso o problema são os salgados e não os doces.
E hoje foi o pão de queijo.
Desde a hora que acordei e vi na minha despensa um pacote de polvilho azedo não pensei mais em outra coisa o dia todo, e se não fosse fazer o danado ia ficar doida, e pior, ainda é tão fácil de fazer que dá até pena.
A receita parece com algumas que já tinha feito, mas esta tem uma variação e é bem mais gostosa mesmo.

Ingredientes:
1 xícara e 1/2 de leite
1/2 xícara de óleo
1 colher de sopa de sal (eu uso sal com alho caseiro)
500g de polvilho azedo
3 ovos
200g de queijo mussarela ralado
100g de queijo parmesão ralado

Preparo:
Coloque no fogo o leite, o óleo e o sal e espere ferver.
Jogue esta mistura ainda quente por cima do polvilho em uma vasilha e vá mexendo com uma colher.
Depois vá acrescentando os ovos um a um e mexendo bem (se preferir, como eu, meta a mão na massa e sove com a mão)
Depois despeje os queijos e sove até a massa ficar homogênea.
Faça as bolinhas e coloque pra assar em forno a 180 graus até que dourem (em forma antiaderente e sem untar mesmo).

Depois de tudo você esquece de dieta, de culpa e manda ver uma manteiga e um catupiry nele quentinho e se acaba como eu.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Cheesecake de Nutella e reflexões



Depois de lembrar dentro de mim a sensação de paz que eu tenho quando cozinho, ficou fácil começar a inventar novos projetos e começar a postar de novo. O ato de cozinhar me tranquiliza, me deixa feliz, me realiza de várias formas.
Então resolvi fazer esta receita pra sobremesa do fim de semana e então também percebo, a minha cozinha também serve muito como forma de agradar as pessoas que eu amo, mais do que agradar a mim mesma às vezes. Muitas vezes me pego fazendo receitas que eu nem comeria, que não fazem meu tipo, ou porque são desafiadoras e lindas, ou porque alguém ama aquele sabor.
Muito engraçado como a cabeça da gente funciona, e olha que to precisando mudar a minha mais um nível, subir mais um degrau.

Mas vamos falar da receita, como sempre, receitas da Nigella são deliciosas, mas desta vez tinha um errinho.
Na massa de biscoitos maisena ela pedia que se misturasse 75g de manteiga amolecida e eu o fiz, mas na hora já achei que a massa tinha ficado seca e não ia ficar perfeita, ia esfarelar, mas como as receitas dela nunca falharam comigo resolvi confiar. Pois é, minha intuição estava certa e da próxima vez vou ter que pelo menos dobrar a quantidade de manteiga pra ver se melhora. Fora isso o sabor é ótimo e deu pra comer do mesmo jeito sem dó :).



Ingredientes:

- 250g de biscoito maisena;
- 75g de manteiga sem sal temperatura ambiente;
- 400g de Nutella em temperatura ambiente;
- 100g de avelãs picadas;
- 500g de cream cheese em temperatura ambiente;
- 60g de açúcar de confeiteiro peneirado;
- 1 forma de 22 ou 23 com redonda com lateral removível 


Preparo:

Coloque em um processador o biscoito de maisena, a manteiga e 15 ml de Nutella. Use o modo "pulsar" do processador e misture só até forma uma massa compacta. Esse é o momento em que deve adicionar 25g de nozes. Pulse mais um pouco.

Coloque essa mistura no fundo da forma removível. Amasse com a mão tudo no fundo para forma e leve para geladeira, enquanto prepara o resto da torta.

Na batedeira bata o cream cheese com o açúcar de confeiteiro e, quando formar uma pasta, adicione vagarosamente o resto da Nutella (com a batedeira ainda funcionando).

Tire a forma da geladeira e coloque essa mistura da batedeira por cima da base de biscoito e, em seguida, decore com o resto das avelãs. Leve novamente para geladeira por no mínimo 4 horas.

Na hora de desenformar foi bem simples, sem maiores problemas.



sábado, 27 de setembro de 2014

Rosbife do Zeca Camargo



Um dia estou eu lá assistindo Ana Maria Braga, sei lá eu porque (nunca assisto TV ainda mais de manhã) e vejo o Zeca Camargo com a mãe dele ensinando a fazer esta maravilha de rosbife, receita de família e salivei tanto, mas tanto, que nunca mais tive sossego até fazer a danada da receita. Já até fiz a receita e postei aqui no blog uma vez, então não é novidade, mas depois que você passa mais de um ano sem comer e faz de novo parece que é melhor ainda. Uma coisa de louco mesmo.
O sabor é intenso, o molho delicioso e vale muito repetir, então resolvi refazer, porque receita boa é assim, nunca sai de moda!!



O problema todo é que tinha uma sobremesa divina pra depois deste almoço e comi tanto que não dei conta da sobremesa na hora, tive que esperar pra comer depois, e este vai ser assunto do próximo post delicioso também.


Ingredientes:

1 peça limpa de filé mignon (1 kg) amarrada com barbante (Para ficar com a forma redonda)sal, pimenta do reino moída a gosto.
1 colher (sobremesa) de alho picado
100 g de manteiga
1 xícara (chá) de cebola picada
1 colher (sobremesa) de açúcar
1 xícara (chá) de bacon picado
½ xícara (chá) de conhaque
½ litro de creme de leite fresco
200 ml de leite
½ xícara (chá) de uva passa preta
½ xícara (chá) de uva passa branca
100 g de queijo parmesão ralado
100 g de queijo parmesão ralado (para gratinar)

Preparo:

Tempere 1 peça limpa de filet mignon (1 kg) com sal, pimenta do reino moída a gosto e 1 colher (sobremesa) de alho picado e com um barbante amarre a peça para que mantenha o formato redondo. Reserve.

Em uma assadeira, sobre a chama do fogão, derreta 100 g de manteiga com 1 colher (sobremesa) de açúcar e doure 1 xícara (chá) de cebola picada. Acrescente 1 xícara (chá) de bacon picado e doure levemente. Assim que dourar coloque 1 peça limpa de filet mignon (1 kg) amarrada com barbante (para manter o formato redondo) e deixe que doure ligeiramente por todos os lados, por 10 minutos. Vá virando a peça com auxílio de um garfo.

Assim que estiver ligeiramente dourado, despeje ½ xícara (chá) de conhaque e acenda um palito de fósforo e jogue na assadeira, com cuidado, para flambar a peça.

Quando o fogo apagar retire a peça da assadeira e coloque-a em outra assadeira e mantenha-a no forno a 180°C enquanto faz o molho.

Na assadeira onde foi dourada a peça, continue com ela no fogo médio do fogão, despeje ½ litro de creme de leite fresco com 200 ml de leite e ½ xícara (chá) de uva passa preta, ½ xícara (chá) de uva passa branca e 100 g de queijo parmesão ralado e deixe fervendo por 10 minutos até que fique um molho encorpado.

Retire a peça do forno, retire o barbante e corte em fatias finas (1 cm de espessura). Coloque essas fatias em um refratário e remonte a peça de filé mignon.


Despeje o molho da assadeira sobre a peça fatiada e salpique 100 g de queijo parmesão ralado. Leve ao forno alto por 10 minutos ou até gratinar. Retire do forno e salpique salsinha ou cebolinha picada a gosto.



segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Bolo de chocolate e azeite pro meu retorno.



Fazia muito tempo que eu não aparecia por aqui não é? Mas não posso dizer nem que foi só a falta de tempo, acho que foi falta de vontade também. As tarefas do dia-a-dia tiraram minha energia por algum tempo pra me dedicar à minha cozinha, mas aos poucos eu vou voltando. 
Não que não tenha feito nada nestes últimos tempos, até fiz, mas e a preguiça de fotografar e me sentar aqui pra escrever?
Hoje volto com este bolo diferente, muito prático e que me conquistou pela leveza e pelo sabor.
Achei a receita no último livro da Nigella, então não precisa dizer que além de gostoso é muito simples de fazer como o estilo dela.

Ingredientes:
- 150 ml de azeite;
- 50g de cacau em pó de boa qualidade;
- 125 ml de água fervente;
- 2 colheres de chá de baunilha;
- 150g de farinha de amêndoas ou 125g de farinha de trigo comum (eu usei no meu a farinha de trigo, que fica bem mais leve, suave);
- 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio;
- 1 pitadinha de sal;
- 200g de açúcar;
- 3 ovos.

Modo de preparo:
Pré-aqueça o forno a 170 graus.

Numa vasilha peneire o trigo, o bicarbonato e o sal e reserve.

Ferva a água e jogue por cima do cacau de pó peneirado e vá misturando até ficar homogêneo e depois junte a essência de baunilha e deixe esfriar.

Peneire o açúcar no recipiente da batedeira e junte o azeite e os ovos e deixe bater vigorosamente por 3 minutos até ficar um creme bem clarinho.
Diminua a velocidade e vá jogando a mistura de chocolate.
Quando estiver bem homogêneo coloque a mistura de farinha bem aos poucos e não esqueça de parar a batedeira se preciso pra raspar o trigo que fica nas laterais e bater tudo de novo.

Unte uma fôrma com azeite e coloque uma folha de papel manteiga no fundo dela. Despeje a massa e leve ao forno por cerca de 35 minutos (a receita pedia mais tempo, mas dizia que o teste do palito não deveria sair limpinho, e sim com um pouco de farelo do bolo pra ficar no ponto de ficar um bolo molhadinho por dentro, então o meu foram 35 minutos).


Depois de assado deixe resfriar na própria fôrma, em cima de uma grade de bolo por uns 10 minutos e depois desenforme com muito cuidado pois a massa é bem leve e pode quebrar. (se usar fôrma de aro removível deve ser mais fácil, mas eu não gosto).

Depois de pronto de quiser polvilhe com açúcar de confeiteiro e é só se deliciar com um bom café pra acompanhar.

E olha como ficou igual ao livro #orgulhosíssima #nigelissima




Fiquei muito feliz com o resultado da receita (um sabor e textura bem diferentes) e também de ter voltado à ativa. estava com saudades. Deixe seus comentário aí no post pra eu saber o que você achou desta novidade.





quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Risoto de abóbora e camarão no fubá e a cerveja que não chegou




Meu pai fez aniversário no começo de outubro, e eu sempre tenho dificuldades pra comprar presente pra ele, então todo ano é aquele perrengue. Este ano vi numa revista uma publicação sobre estes clubes da cerveja na internet. Sites que você pode ser assinante e receber cervejas pra degustação mensalmente ou pode adquirir separado os kits que eles tem.

Fiquei contente, era um presente bem legal. Eles tinham um kit de degustação pra iniciante, com 6 rótulos diferentes e achei que era uma boa experiência pra gente curtir junto. Comprei um kit pra mim e outro pra ele. Olhei a ficha técnica de cada cerveja e todas elas tinham em comum o fato de harmonizarem bem com camarão. Então saio à caça de uma boa e original receita de camarão e encontro esta numa Claudia e Cozinha muito antiga que eu tinha. PERFEITO!
Marco um almoço (considerando a data da entrega da encomenda) e um dia antes do dia, nada de chegar a tal cerveja.

Entro em contato com a loja que me diz que está com falta de um dos rótulos e pede pra substituir. "Sem problemas" penso eu, mas tenho que adiar o almoço pro outro fim de semana.

Outra semana e nada...resumindo. Demorou mais de um mês, muitos email e telefonemas sem resposta e quando dei um ataque no telefone a moça me garante que vai entregar em dois dias, pede desculpas e diz que vai me reembolsar o valor. A cerveja chegou, o reembolso ainda não. Mas acabei fazendo o risoto sem a cerveja, senão meu pai ia comemorar o aniversário dele sei lá quando.

Ainda bem que a receita é dos deuses, de lamber os beiços e meu pai simplesmente amou...ufa!

Ingredientes:
600g de abóbora cortada em pedaços, sem sementes e com casca
sal e pimenta-do-reino à gosto
1/2 kg de camarão médio, sem casca e sem cabeça, com o rabinho
3 dentes de alho picados
8 colheres de sopa de azeite
1 xícara de fubá
1 cebola grande picada bem fino
1 e 1/2 xícara de arroz arbóreo
1/2 xícara de vinho branco seco
5 xícaras de caldo de legumes fervente (eu usei o caldo que eu mesma faço com salsão, cenoura, cebola e alho poró)
1 colher de sopa de manteiga

Preparo:
Em uma assadeira untada com azeite, leve a abóbora ao forno quente (200 graus), temperada com sal e pimenta-do-reino e coberta com papel alumínio por 30 minutos ou até ficar macia.
Retire a casca e bata no processador até formar um purê. Reserve.
Em um saquinho zip-loc ou outro qualquer tempere o camarão com o alho, 1 colher de sopa de azeite, sal e pimenta e deixe marinar por 30 minutos. Junte o fubá e sacuda bem. Reserve.
Em uma frigideira funda, aqueça 3 colheres de sopa de azeite e refogue a cebola em fogo baixo até começar a dourar. Adicione o arroz e refogue por mais um minuto. Acrescente o vinho, aumentando o fogo e deixe evaporar por alguns minutos.
Abaixe o fogo para médio e cozinhe, acrescentando uma xícara do caldo de legumes fervente por vez e mexendo sempre, de 10 a 15 minutos ou até que o arroz absorva todo o caldo e fique al dente.
Enquanto isso, em outra frigideira, aqueça o azeite restante e frite os camarões em fogo alto por 2 minutos de cada lado ou até que fiquem ligeiramente dourados. Escorra sobre papel absorvente e reserve no forno aquecido.
Esquente o purê de abóbora de já estiver frio, misture ao risoto ainda na panela e cozinhe por mais um minuto.
se necessário, tempere com sal.
Coloque a manteiga, tampe a panela, desligue o fogo e deixe descansar por 3 minutos, incorporando a manteiga em seguida.
Sirva o risoto com os camarões por cima.







domingo, 20 de outubro de 2013

Cuscuz marroquino com linguiça e meu pai se rendeu.



Desde que eu descobri o cuscuz marroquino, há anos atrás, já fiz uma variedade imensa de pratos com ele. Por ser rápido de fazer e versátil (pois fica bem com tudo), uso sempre mesmo. Adoro pegar aquelas fôrmas com o resto todo de uma boa carne de porco assada e jogar a farinha do cuscuz por cima e água quente e esperar pra todo aquele sabor se juntar e comer feliz da vida.
Mas tinha um porém, sempre que eu fazia cuscuz pra minha família eu ouvia meu pai dizer que não gostava e que cuscuz não era bom.
Fiz outro e nada.
Daí virou um desafio...risos. 
Há uma semana eu fiz um com alho-poró, cenoura e uns temperos e ele confessou que tinha gostado daquele. Daí dei de cara com esta receita, e como sei que ele adora uma carne, ainda mais coisa tenperada, resolvi adaptar pro meu paladar e fazer esta delícia.
Ele comeu, repetiu, elogiou um monte de vezes e mudou sua opinião pelo cuscus. YES, nós vencemos (eu e o cuscuz claro).
Então pra quem não conhece aqui embaixo tem uma breve explicação e em seguida a receita.

Cuscuz é um prato árabe originário do Magrebe (região do norte de África) que consiste num preparado de sêmola de cereais, principalmente o trigo. No Brasil, pode ser feito à base de farinha ou polvilho, de milhoarroz ou mandioca. Salgada e levemente umedecida, a massa é posta a marinar para incorporar o tempero. Daí, tem a sua cocção pela infusão no vapor. Pode ser incrementado com outros ingredientes, como é o costume do sudeste do Brasil, ou apenas ir acompanhado de leiteovosmanteiga ou carne-de-charque, como é a preferência no nordeste.  (Wikipédia)

Ingredientes:
700 g de linguiça (usei aquela fininha da Sadia que vem enroladinha à vácuo)
2 colheres de sopa de azeite
1 alho-poró picado
Pimenta biquinho à gosto (ou não coloque se não gostar)
2 latas de tomate pelado em pedaços
1/2 xícara de água
2 xícaras de cuscuz marroquino
sal e tempero à gosto
2 colheres de sopa de manteiga

Preparo:
Corte a linguiça em pedaços pequenos e use metade do azeite pra fritar até dourar. Escorra num papel de fritura e reserve.
Na mesma panela, acrescente o azeite restante e refogue o alho-poró até ficar macio.
Junte a pimenta biquinho, mexa bem. Despeje os dois molhos de tomate, o 1/2 copo de água e devolva as linguiças neste molho.
Tempere com sal e pimenta.
Abaixe o fogo e deixe cozinhando com a panela semi tampada por cerca de meia hora até ter um molho bem encorpado.
Enquanto isso, em outra tigela junte o cuscuz com 2 xícaras de água quente temperada com sal e deixe descansar, tampado, por 5 minutos.
Depois deste tempo, com um garfo, solte o cuscuz, misture a manteiga e reserve.
Sirva o cuscuz com o molho de linguiças por cima.