domingo, 1 de março de 2015

Receitas sem glúten, muitas pra você!!

O post é bem rápido, é mais pra ajudar e dar uma explicação.

Eu tenho muitas receitas aqui no blog que devem ser sem glúten, por coincidência, pois antes do diagnóstico eu não prestava atenção nisso, mas agora presto, e muita.

Então resolvi fazer um trabalho de formiguinha e vou abrir cada receita e colocar um "marcador de sem glútem" naquelas liberadas, assim quem frequenta meu blog e também é celíaco pode procurar no menu de marcadores aí do lado direito e ir direto nas receitas sem glúten ok?

Vai demorar um pouco pra classificar todas, mas vou colocando pra vocês certo?




sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Pavê sem glúten "milionário" no vidro e minha larica que será satisfeita!!!



Vamos começar do começo certo?

Primeiro, porque o título chama pavê "milionário"? 
Sempre que eu via uma receita simples de pavê na internet ou em sites de culinária, o título era "pavê de pobre", não sei de onde vem o nome, pode ser por conta da simplicidade dos ingredientes, já que os pavês de pobre eram feitos com um creme branco, um de chocolate e biscoito de maizena, suponho que seja este o motivo.

Aí passamos para outra etapa da história, eu não comia pavê há anos, não sei se porque não era um doce usual da minha mãe e nunca tive este costume, ou se tem outro motivo que ainda não descobri, mas o certo é que quando conheci meu noivo, um dia ele disse que ia me fazer uma especialidade dele, um pavê delicioso!!!
O QUE?????????
Não era delicioso minha gente, era dos deuses e eu nem achava pavê um doce assim tão bom, mas comi um refratário inteiro em 2 dias e depois disso fiquei viciada no maldito doce.

Lindo né? Romântico?
Pois é, mas daí veio logo em seguida a danada doença celíaca, comecei a ver tudo o que podia e não podia comer, e o dia que me dei conta que o pavê era de biscoito de maizena (e apesar de maizena não ter glúten o biscoito tem) e que eu não poderia comer mais este doce quase tive uma depressão :). Exageros à parte, fiquei meio que obcecada pra comer o tal doce que me conquistou, mas não achava uma bolacha que desse pra colocar no lugar (não se esqueçam que moro no interior e a variedade aqui é uma #$#%$#$@$#8), continuando...

Ontem fui no Supermercado de uma cidade vizinha e vi um pacote de biscoito Maria sem glúten e a cabeça na hora já pensou: "Posso fazer pavê com este biscoito no lugar do outro" eeeeeeeeeeeeeeeeeeeee.

Sabe quanto custa um pacote de biscoito de maizena em média? R$3,00 um pacote de 200g
E quanto custa o Maria sem glúten? R$ 13,90 o pacote de 125g

Então gastei o equivalente a uma pizza só com biscoito (dói, mas a vontade era de matar), respirei fundo e mudei o nome do pavê pra PAVÊ MILIONÁRIO kkkkk, afinal de contas este vai ser o pavê mais caro da minha vida, mas como segunda-feira é meu aniversário e vai ser o primeiro ano sem bolo de festa por causa do glúten, eu enfiei na minha cabeça que merecia e pronto.

História comprida né? Mas eu tinha que dividir kkkk

Daí resolvi me fazer um outro agrado, e enfeitar meu pavê fazendo ele num pote de vidro bem lindo que nem estas sobremesas que a gente vê nas fotos do Pinterest, porque eu também mereço, e acabou que fiquei maravilhada com meu pavê que está na geladeira curtindo pra ficar maravilhoso e eu comer amanhã depois do bife à parmegiana sem glúten que meu pai vai fazer pra mim. Ufa, vamos ao que interessa, a receitinha bem fácil que você pode fazer com biscoito normal se quiser ok?
Esta é a minha versão modificada do pavê porque nunca sei fazer a receita igual me ensinam...é um vício e porque a do meu noivo é muito boa, a minha vai ficar diferente por causa da bolacha e ainda não provei pra saber.



Creme branco:
1 litro de leite
2 colheres de sopa de maizena
1 lata de leite condensado
4 gemas
baunilha à gosto
1 caixinha de creme de leite em temperatura ambiente

Coloque todos os ingredientes, menos o creme de leite em uma panela e mexa até engrossar (não pode ficar nem mole e nem duro demais, pra podes espalhar por cima das bolachas sem molhar demais e deixar elas moles).
Outra coisa, dissolva a maizena num copo de leite antes de colocar na mistura, pra não sobrar pelotes dela no creme ok? Espere este creme esfriar bem (mexa de vez em quando pra não formar aquela película por cima) e quando estiver frio misture o creme de leite.
Reserve

Creme de chocolate:
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa cheia de margarina
2 colheres de sopa de chocolate em pó

É tipo um brigadeiro mais mole, mas eu sou metida demais e coloquei chips de dark chocolate da Callebaut (uma mão cheia) e creme de leite fresco (cerca de meia xícara).
Coloque no fogo e mexa até começar a engrossar, mas não muito senão não espalha por cima do doce depois.

Começo o fundo do vidro com uma camada do biscoito banhada no leite com chocolate em pó, depois uma camada de creme branco, mais uma de bolacha, e outra de creme branco.
Daí eu fiz uma camada de amêndoas sem casca trituradas grande (opcional) e coloquei mais uma de creme branco.
E finalizei com a última camada de bolacha, creme branco e por cima de tudo o brigadeiro.



Uma coisa horrorosa!!!!!
Depois coloque na geladeira de preferência de um dia pro outro, pra bolacha absorver o sabor do creme....ai, tenho que ir comer o meu, não vai dar pra esperar amanhã não. Licença...FUI!!!



O pão de queijo, paixão nacional, e a salvação dos celíacos de primeira viagem!!

Hoje não estou aqui pra colocar a receita do pão de queijo, porque como ele é uma paixão nacional, a coisa mais fácil que tem é achar uma receita dele na net hoje em dia, eu mesma já fiz umas duas diferentes aqui no blog e basta você procurar no menu de receitas ao lado que você vai encontrar.

Só apareci por aqui mesmo pra falar que é difícil sim, mas existe vida após a falta de glúten, kkkkk. às vezes é uma vida cara e um pouco cansativa, mas estou me adaptando e o pão de queijo tem sido um curinga pra minha salvação.

Porque não vai trigo na massa, só polvilho, então tá liberado e fica igual, não é uma receita que teria que adaptar sem o trigo e que não fica com o mesmo gostinho.

Deu vontade de comer pão (pão de queijo), tá na rua e não tem o que comer (pão de queijo), viajou e precisou comer na estrada (pão de queijo), afinal de contas, tenta entrar em um Frango Assado na estrada ou qualquer outra lanchonete de Posto de Gasolina e comer alguma coisas gostosa e sem glúten hahahahaha, tenho dó até de mim que já cheguei a ficar mal humorada enquanto filha e marido se esbaldavam em toast e coxinha e eu só olhando.

Esta é a foto do último pão de queijo que virou regra aqui em casa quase e este fim de semana tem uma receita de doce delícia aqui, porque ontem eu estava numa inspiração só, deve ser porque vai ser meu aniversário segunda e não vou poder comer o de costume e me rebelei :).

um grande abraço pra quem passou por aqui e força pros celíacos.




terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Torta de liquidificador sem glúten e meu recém diagnóstico

Pelo título do post vocês já devem fazer uma vaga idéia que a pessoa que vos fala foi diagnosticada com doença celíaca há pouco mais de 2 semanas, isso mesmo minha gente, justo eu que gosto tanto de cozinhar e comer, fazer o que né?
Não vou ficar reclamando não, afinal o que é meu está guardado por algum motivo, então vou à luta. Assim que peguei o exame da biópsia a antes mesmo de falar com o médico já tomei a decisão de cortar o glúten, no meu caso por necessidade, e não por dieta ou moda. e agora vocês terão aqui muitas idéias e novidades para celíacos ou não, afinal qualquer um pode comer uma comida gostosa sem glúten, certo?

A primeira tentativa de receita foi um desastre, fiquei doente pra comer um bolo com café da tarde, mas a receita que peguei (marinheira de primeira viagem) ficou tão ruim que foi pro lixo sem ao menos ser experimentado, não dáva pra colocar aquilo na boca.

Me decepcionei e achei que estava perdida com as receitas sem glúten, mas resolvi encarar de novo e fiz esta receita para o aniversário da minha mãe, afinal ia ter salgadinhos (não posso comer), bolo de aniversário (também não posso comer), então tinha que me virar. Confesso que foi delícia e comi a torta com um vinho branco bem geladinho....:) porque vinho pode eeeeeeeeeeeeeeeee.




Melhor parte é que é prática, porque é de liquidificador, e vc pode usar o recheio que estiver sobrando em casa.
Só tome cuidado pra não colocar recheios muito pesados, porque a massa da torta fica bem líquida mesmo (não estranhe) e o recheio pesado ia acabar queimando no fundo.
Por ser muito líquida também a massa, você deve usar o forno mais fraco do que de costume, para dar tempo de assar tudo e não queimar o fundo ok?
E por último, acho bom dizer que como tem amido de milho na massa, bata muito bem no liquidificador, pois senão podem ficar algumas "bolotas" de amido sem dissolver depois.

Vamos ao pecado:

Massa
3 ovos
meio litro de leite
sal à gosto 
noz moscada à gosto (coloquei bem pouquinho e aqui você pode variar com temperos do seu gosto pessoal)
1 xícara de fubá
200 gramas de amido de milho (maizena)
1 xícara de óleo
1 colher de sopa de fermento em pó
queijo ralado para polvilhar por cima

Preparo
Bata tudo muito bem no liquidificador deixando o fermento por último. Só no final coloque o fermento e bata bem pouco só pra ele misturar com o líquido.

Coloque metade da massa em uma forma refratária untada com óleo de soja e amido de milho, depois coloque o recheio e cubra com o resto da massa, polvilhando com queijo ralado por cima.

Eu coloquei no recheio uma lata de atum espalhada pela torta, milho de lata também espalhado e palmito picado (claro que nada disso tem glúten) ufa!!!

Leve ao forno pré-aquecido por mais ou menos 35 minutos até dourar. Depois vai pro abraço porque celíaco também tem que ser feliz em festa de aniversário né gente.





segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Minha torta de desenho animado e meu desafio de janeiro.



Eu tenho um board no meu Pinterest só com fotos de receitas que eu gostaria de fazer um dia. Tem coisas lá que acho que nunca vou conseguir, mas uma delas era esta torta de "desenho animado". Chamo ela assim porque é aquela torta que você via o pica-pau flutuar sentindo o cheiro dela, ou do Garfield, do Catatau. Não interessa qual desenho você gostava na sua infância, os antigos sempre tinham uma torta destas com as tirinhas transpassadas por cima. E além de ser uma graça, parecia tão gostoso. 

Daí nas minhas metas mensais de 2015 resolvi colocar um desafio gastronômico, e escolhi esta torta como o desafio de janeiro.
Não foi fácil achar uma receita confiável de massa (tanto que tive que adaptá-la no olho quando fiz) e o recheio também fiz por minha conta.
Só por Deus ela ficou perfeita e eu fiquei feliz.

Vou explicar aqui o que fiz com a massa e você pode reproduzir, já o recheio fiz de acordo com a sazonalidade de janeiro com as ameixas (veja sobre este assunto aqui neste post do meu outro blog), mas você pode fazer com qualquer fruta que não solte muita água. Pois o recheio muito líquido exigiria que você colocasse maisena pra não deixar a massa do fundo da torta mole e sem assar direito.



Massa:
430g de farinha de trigo (e quanto mais baste pra dar o ponto)
280g de manteiga sem sal bem gelada cortada em cubinhos
150ml de água gelada
1 pitada de sal

Na verdade eu coloquei tudo isso em um processador e fui pulsando aos poucos até estar tudo misturado, fica bem grudento ainda. Daí passei tudo pra uma tigela, misturei mais com as mãos e acrescentei mais um pouco de farinha de trigo até conseguir fazer uma bola de massa sem grudar nas mãos, mas ainda bem macia. Enrolei esta massa no filme plástico e devolvi pra geladeira por meia hora.

Recheio:


Comprei cerca de 10 ameixas desta da foto acima bem grandes e piquei em cubos. Levei ao fogo com açúcar demerara, suco de um limão e as raspas do limão. Coloquei açúcar suficiente pra fazer uma geléia que recheasse toda a torta e ficasse mais espessa (não pode ficar muito mole). Deixei ferver até as ameixas começarem a desmanchar mas ainda ficar uns pedacinhos e reduzir um pouco o líquido. Fiz um dia antes e deixei na geladeira pra encorpar.

Depois e meia hora da massa na geladeira, enfarinhai uma bancada de pedra e abri 2/3 da massa com o rolo. Ela é bem grudenta mesmo, então dá um pouco de trabalho. Com ela um pouco mais aberta, coloquei na forma e fui apertando com os dedos do centro para as laterais pra cobrir toda a forma.
Espalhei o recheio por cima e com o 1/3 de massa restantes eu fiz tirinhas com o cortador de pastel e fui colocando por cima e apertando nas laterais pra fazer o acabamento e tirar os restos de massa.

Depois pincelei a massa com uma gema de ovo e polvilhei açúcar por cima do ovo pra dar um brilho e um docinho nela.

Assei até dourar a massa e você pode servir quente com sorvete ou em temperatura ambiente que também é deliciosa.

Desafio culinário de janeiro - check. E que venha fevereiro!!!!


domingo, 4 de janeiro de 2015

Cheesecake de limão com merengue e eu me achando demais!




O título é bobinho mas é verdade gente, sempre gostei de cozinhar como todos podem perceber não é? Mas fazer um doce perfeito, na minha opinião, é mil vezes melhor do que fazer um belo macarrão ou um risoto dos deuses, porque o doce "perfeito" é lindo, dá gosto de fotografar, de mostrar no blog, não sei explicar.
Coisas de quem gosta mesmo é de fazer coisa bonita além de gostosa.
Por isso o título bobinho, fiquei me achando tão demais que refiz a receita no Natal uma semana depois pra ter certeza de que não tinha tido só sorte da primeira vez, kkk.
Daí um dia destes estava lembrando da minha visita na Cheesecake Factory há anos atrás e deu uma vontadinha...
Entrei no app da Philadelphia (se chama Cozinhaterapia) e vi esta receita e resolvi arriscar, apesar de achar que ela estava com problemas.
E estava mesmo, mas alguém lá em cima me iluminou a cabeça e consegui resolver tudo e fazer este doce lindíssimo e muito, mas muito gostoso de verdade.
Para quem for usar o app deles já aviso, os tempos de forno estavam bem errados e não testei ainda mais nenhuma receita, então fiquem de olho ok?

Vamos aos ingredientes.

Base:
140 g de manteiga derretida
200g de biscoito de leite (eu usei biscoito de maisena e o resultado foi ótimo)

Creme:
500g de Cream Cheese
150g de açúcar
2 potes de iogurte natural
3 ovos inteiros
suco de 1 limão (eu coloquei 2 e ficou perfeito, um só iria ficar sem sabor nenhum)

Merengue:
150g de açúcar
3 claras
raspas dos dois limões do creme


Preparo:
Para a base basta bater os biscoitos no processador até virar uma farofa lisinha e depois adicionar a manteiga derretida até misturar. Daí você vira esta farofa em uma forma de aro removível e vai pressionando tudo no fundo até ficar homogêneo.

Depois vá para a batedeira e coloque todos os ingredientes do creme e bata até ficar um creme bem fofo e uniforme. (Eu bati os ovos e o açúcar primeiro, como em bolos, e depois fui colocando o resto aos poucos e o suco de limão por último). Despeje o creme batido por cima da base e leve a forma ao forno pré-aquecido a 180 graus.

Aqui estava o ERRO da receita. Mandava ficar no forno só por 30 minutos, mas neste tempo o creme ainda está completamente mole e daí quando fosse desenformar iria desmontar todo.
Deixei o dobro deste tempo e fui olhando até ver que o centro do creme já estava firme e corado nas laterais. Daí sim tirei do forno, esperei esfriar bem e coloquei na geladeira até gelar completamente.

Quando estiver gelado começamos a fazer o merengue.
Na batedeira de novo batas as claras em neve e vá juntando o açúcar aos poucos até dar o ponto de suspiro. Quando deu o ponto espalhei o suspiro por cima do cheesecake gelado, tomando cuidado pra não encostar nas laterais da forma, senão quando fosse desenformar iria estragar o suspiro que ia grudar.
Levei a forma de novo ao forno pré-aquecido, desta vez  a 220 graus só por uns 10 minutos para que doure as pontas do suspiro.
Vou ser bem honesta, eu achei que dourou pouco e o efeito não era como eu queria, então usei meu maçarico culinário e dei uns retoques onde quis depois.
Por fim espalhe as raspas de limão por cima do cheesecake e desenforme, e voilá. 

Chique e gostoso demais.
Tenta fazer aí e depois me conta seu resultado ok?


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Rabanada assada segunda versão e resgatando conversa de valor!!!




Vamos falar primeiro do que eu chamei de "conversa de valor". Os 40 anos chegaram em 2014 e com eles vieram tempos de mudança, tempos difíceis, tempos de perder muita gente que nunca esteve ali, mas tempo de pensar no que realmente deveria ficar ou chegar.

Não sei se vocês estão me entendendo bem, mas quem já passou por isso em qualquer idade sabe bem o que é...é aquela fase da vida que você atinge sua maturidade, mesmo achando que já tinha alcançado há muito tempo.

Você se dá conta de que ainda não tinha percorrido um longo caminho.
Eu comecei a percorrer este caminho em 2014 e estou bem longe de ver a linha de chegada ainda, mas eu não desisti ainda.

E no começo do caminho eu fui ficando sozinha, primeiro por opção dos outros (porque muita gente não seguiu comigo) e depois por opção própria, já que achei que não valia me desgastar. Mas uma parte do caminho foi percorrida e me vi de novo (e agradeço profundamente por este esclarecimento) com vontade de me relacionar com pessoas de bem, pessoas que me agregassem, pessoas que trouxessem bagagem, conversa inteligente, compaixão pelo outro, gratidão por quem já esteve no seu caminho fazendo o bem, enfim, gente de valor com conversa de valor.

Por isso decidi fazer um café na minha casa esta semana depois de muito tempo sem "receber" alguém aqui (entenda-se receber pra algo preparado e com um convite). E pretende estender estes cafés por muito tempo com mais pessoas que me conquistaram mas que não posso chamar de uma vez só porque a casa e a mesa não comportam. Vou me divertir e me doar à prestação.

O primeiro café da tarde foi hoje e pra ele resolvi fazer a rabanada assada que vi no face do Alessander Guerra e que tem tudo a ver com a época e me conquistou. A receita é simples, fácil e foi só um carinho mesmo pras minhas visitas que eu apreciei tanto. Adaptei algumas coisinhas da receita mas vc pode fazer as suas adaptações também.


Rabanada Assada

2 baguetes grandes de pão amanhecido pra rabanada (encomendei na padaria)
2 xícaras (chá) de leite (ou o suficiente para molhar as fatias de pães)
1 lata de leite condensado
3 ovos batidos
1 pitada de canela
baunilha à gosto
açúcar para polvilhar


Modo de Preparo

Corte os pães em fatias médias.
Em um refratário, misture o leite com o leite condensado e a baunilha e mergulhe as fatias de pão, até que elas estejam bem molhadinhas. (Não corte o pão muito grosso senão o meio fica seco)

Em outro refratário, bata os ovos e coloque 1 pitada de canela. Passe as fatias molhadas de leite nos ovos batidos.

Em uma assadeira, sobreponha os pães e leve ao forno pré-aquecido à 180 graus até dourar.

Ao retirar do forno, polvilhe com canela e açúcar.